J. I. Packer - O Espírito e a Adoção
[...] nossa adoção nos dá a chave do entendimento do ministério do Espírito Santo.
Os cristãos de hoje enfrentam muitas armadilhas e perplexidades a respeito do ministério do Espírito Santo. O problema não está em encontrar o título correto, mas em saber qual é a experiência correspondente à obra de Deus referente ao título. Portanto, sabemos pelas Escrituras que o Espírito ensina o que vai na mente de Deus e glorifica o Filho de Deus; que ele é o agente do novo nascimento dando-nos compreensão para conhecer a Deus e também o novo coração para obedecer-lhe. Sabemos ainda que ele habita nos cristãos, santifica-os e fortalece-os para a peregrinação diária. Segurança, alegria, paz e poder são seus dons especiais. Todavia, muitos reclamam, confusos, que estas afirmações são para eles simples fórmulas, não correspondendo a nada que reconheçam em sua vida.
Naturalmente, tais cristãos se sentem perdendo algo vital e perguntam ansiosamente como poderão preencher o vazio entre a imagem de vida no Espírito apresentada pelo Novo Testamento e seu sentimento de aridez na experiência diária. Então, talvez em desespero, resolvem empreender por si mesmos a busca de um acontecimento psíquico transformador pelo qual possam sentir que a "barreira da falta de espiritualidade" pessoal foi rompida para sempre. O acontecimento pode ser denominado "experiência de Keswick"1, "rendição total", "batismo do Espírito Santo", "santificação total"2, "selamento com o Espírito", dom de línguas, a "segunda conversão" (se formos guiados por uma estrela católica em vez de protestante) ou a oração silenciosa ou em conjunto.
Entretanto, se alguma coisa acontecer, e eles se sentirem capazes de identificá-la com o que estavam procurando, logo descobrem que a "barreira da falta de espiritualidade" não foi afinal rompida e assim mudam ansiosos para alguma coisa nova. Muitos hoje são apanhados nessa confusão. Perguntamos: que ajuda pode ser oferecida a essas pessoas? A luz derramada pela verdade da adoção sobre o ministério do Espírito fornece a resposta.
A causa de problemas como os descritos é um tipo de sobrenaturalismo falso e mágico que leva as pessoas a ansiar pelo toque transformador, como o de uma força elétrica impessoal, que as libertará completamente de todos os fardos e cadeias da vivência consigo e com os outros. Elas crêem ser esta a essência da verdadeira experiência espiritual. Pensam que a obra do Espírito é dar-lhes experiências como as viagens de LSD (que prejuízo causam os evangelistas quando prometem isto e os viciados equiparam suas fantasias a experiências religiosas! Será que nunca aprenderemos a fazer distinção entre coisas diferentes?).
O fato, porém, é que esta busca por uma explosão interior em lugar de comunhão íntima mostra a profunda incompreensão do ministério do Espírito. A verdade vital a ser aprendida é que o Espírito foi dado aos cristãos como o "Espírito que adota", e é assim que ele age em todo esse seu ministério. Por isso, sua tarefa e seu propósito é levar os cristãos a pensar com clareza cada vez maior no significado de seu relacionamento filial com Deus em Cristo e a reagir cada vez mais profundamente com relação a Deus. Paulo destaca essa verdade ao escrever: "[vocês] receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos 'Aba, Pai'" (Rm 8:15); "Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama: 'Aba, Pai'" (Gl 4:6).
Assim como a adoção em si mesma é o pensamento-chave para desvendar a idéia da vida cristã no Novo Testamento e o ponto focal para unificá-la, o reconhecimento de que o Espírito vem a nós como o Espírito que adota é a idéia-chave para desvendar tudo o que o Novo Testamento nos fala sobre seu ministério junto aos cristãos.
Partindo dessa idéia central, vemos que sua obra apresenta três aspectos. Em primeiro lugar, ele nos torna e nos mantém conscientes — às vezes mais claramente, mas sempre, de algum modo, conscientes, mesmo quando a parte maldosa que há em nós nos leva a negar tal consciência — de que somos filhos de Deus pela espontânea graça, por meio de Jesus Cristo. Esta é sua tarefa de prover fé, segurança e alegria.
Em segundo lugar, ele nos leva a olhar para Deus como Pai, mostrando para com ele respeitosa ousadia e confiança ilimitada, como é natural em filhos seguros do amor paterno. Esta é sua tarefa de nos fazer clamar "Aba, Pai" — a atitude descrita é a expressa pelo clamor.
Em terceiro lugar, ele nos impele a agir de acordo com nossa posição de filhos reais pela manifestação da semelhança familiar (isto é, de conformidade com Cristo), pela promoção do bem-estar da família (isto é, amando aos irmãos) e pela manutenção de sua honra (buscando a glória de Deus). Esta é sua obra de santificação. Por meio deste aumento progressivo da consciência e do caráter filial, no esforço de procurar o que Deus ama, evitando o que ele odeia "Somos transformados em sua própria imagem com um esplendor cada vez maior, e essa é a obra do Senhor, que é o Espírito" (2Co 3:18; CPH).
Portanto, não é quando nos esforçamos na busca de sensações e experiências de qualquer sorte, mas quando buscamos a Deus, olhando para ele como nosso Pai, valorizando sua amizade e descobrindo em nós a preocupação cada vez maior em conhecê-lo e agradá-lo, que a realidade do ministério do Espírito se torna visível em nossa vida. Esta é a verdade necessária que pode nos tirar do pântano das suposições não-espirituais sobre o Espírito, no qual tantos estão se debatendo hoje em dia.

1 Designação do movimento inglês (desde 1875) que oferecia palestras de quatro ou cinco dias sobre renovação espiritual. Essas palestras tinham por objetivo apresentar às pessoas o malefício do pecado, ensinar a viver de forma vitoriosa e desafiar ao comprometimento total com Deus e seu serviço.
2 Expressão teológica usada nos círculos holiness para designar "o ato divino, posterior à conversão, mediante o qual os crentes são libertados do pecado original, ou depravação, e sua natureza carnal é erradicada e trazida ao estado de devotamento completo a Deus, e à santa obediência do amor, aperfeiçoada" (http://www.freewebs.com/ihcircuitriders/ entiresanctification.htm).



Trecho extraído do livro:
O Conhecimento de Deus, de J. I. Packer
Editora Mundo Cristão







Paul Washer - O julgamento de Deus e o grande trono branco
Após a prévia, finalmente chega a pregação completa.
Esta é uma versão com uma moldura para preservar a qualidade do vídeo ao dar tela cheia.
Uma nova versão sem moldura será postado em breve.


"Cristão, você precisa de uma visão do Trono de Deus!" (Paul Washer)

DOWNLOAD:

AVI Parte 1 (198 MB) AVI Parte 2 (193 MB)

Para juntar as duas partes use este programa. Dúvidas? Veja este tutorial.

Versões menores virão em breve

Tradução e legenda: Equipe Voltemos ao Evangelho

Pergunte ao VE PVE4PERGUNTA
Olá, a Paz do Senhor!!!
Vini, primeiramente quero te parabenizar pelo blog, na minha opnião o melhor no momento, mudou a minha vida espiritual. E a pergunta que eu gostaria que você me respondesse, se possível, é a seguinte:
Como posso ter certeza que não pecarei no céu, pois se Lúcifer estando com Deus, vendo a Deus no céu, pecou, e com ele alguns anjos. Como posso saber que nenhum sentimento contrário a vontade de Deus, não brotará em meu coração?
Por favor responda a minha pergunta, se não der pra você postar no blog, responda por e-mail, por favor!!!

A Paz do Senhor !!!
Deus te abençoe !!!
______ ________

RESPOSTA
Este vídeo do Piper entra justamente no PVE (Pergunte ao VE) anterior e ainda responde porque os eleitos de Deus estão seguros na eternidade.



Uma curiosidade: você sabia que existe eleição entre os anjos? Algo para se pensar.
Eu o exorto solenemente, diante de Deus, de Cristo Jesus e dos anjos eleitos, a que procure observar essas instruções sem parcialidade; e não faça nada por favoritismo. (1 Tm 5:21)

Tradução e Legenda: Lucasdasilvamaria

O Peregrino e a Lixologia da Prosperidade
Abaixo segue um trecho do famoso livro O Peregrino de John Bunyan. Neste capítulo Cristão e Esperança se deparam com Interesse-Próprio e seus companheiros: Apego-ao-Mundo, Amor-ao-Dinheiro e Avareza.

Sugiro fortemente a leitura e aviso:
QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É APENAS COINCIDÊNCIA!


Vi, então, no meu sonho, que Cristão e Esperança o abandonaram, conservando-se ambos a certa distância na sua frente. Um deles, olhando para trás, viu três homens que seguiram Interesse-Próprio, o qual cumprimentou respeitosamente quando eles se aproximaram, recebendo em troca afetuosas saudações. Eram estes três recém-chegados os senhores Apego-ao-Mundo, Amor-ao-Dinheiro e Avareza, antigos conhecidos de Interesse-Próprio, que juntamente com ele freqüentavam a escola do senhor Cobiça, na cidade de Amor-ao-Ganho. Esse sábio professor ensinara-lhes a arte de adquirir, tanto pela violência, pela fraude, pela adulação e pela mentira, como sob o pretexto de religião, e todos os quatro tinham aproveitado com as lições, a ponto de poder qualquer deles tomar sobre si o encargo de reger a escola.
Depois de se haverem saudado reciprocamente, como já disse, Amor-ao-Dinheiro perguntou a Interesse-Próprio quem eram os que iam na frente, pois ainda avistava ao longe Cristão e Esperança.

Interesse-Próprio – São dois habitantes dum país longínquo, que vão peregrinando a seu modo.

Amor-ao-Dinheiro – Que pena é não se terem demorado mais um pouco, para podermos gozar da sua boa companhia, porque todos somos peregrinos!

Interesse-Próprio – É verdade; mas aqueles são tão rígidos, amam tanto as suas idéias, e têm tão pouca consideração pelas de outrem, que, por mais piedoso que seja, ninguém lhes agrada se não pensa como eles, e logo se apartam da sua companhia.

Avareza – Isso é mau; mas há muitos exemplos de pessoas demasiado justas, cuja rigidez os faz julgar e condenar a todos, exceto a si próprias. Quais eram, então, os pontos em que divergiam as suas opiniões?

Interesse-Próprio – Eles asseguram, na sua inflexibilidade, que devem prosseguir em seu caminho contra todos os demais, enquanto eu quero esperar o vento e a maré; eles não duvidam arriscar tudo por Deus, e eu desejo aproveitar-me de todas as ocasiões para assegurar a minha segurança e os meus bens; eles empenham-se em sustentar as suas idéias, ainda que estejam em oposição às de todo o mundo, e eu sigo os preceitos da religião enquanto e até onde permitem os tempos e a minha própria segurança; eles estimam a religião, ainda que seja pobre e desgraçada, eu estimo-a quando ela anda com esplendor e com aplauso.

Apego-ao-Mundo – Tendes vós muita e muita razão. Pela minha parte, considero muito tolo aquele que, podendo guardar o que tem, é tão néscio que o deixa perder. Sejamos sábios como serpentes e ceifemos a erva em tempo próprio. A abelha conserva-se imóvel durante o inverno, e só aparece quando pode reunir o proveito com prazer. Deus manda o sol e a chuva, alternadamente. Se eles querem andar à chuva, deixemo-los, e vamos nós andando com o bom tempo. Pela minha parte, prefiro a religião que seja compatível com a posse e com as dádivas de Deus. Pois se Deus nos concedeu as coisas boas da vida, quem será tão destituído de razão que possa imaginar que o Senhor não quer que as conservemos e guardemos por causa dele? Abraão e Salomão enriqueceram – na sua religião. Jó diz-nos que o homem bom entesourará ouro como pó. Mas, por certo, não seria assim com esses que vão aí adiante, se efetivamente são como vós dizeis.
[...]

Interesse-Próprio – Amigos, pelo que se vê, todos somos peregrinos, e, para melhor nos apartarmos das coisas más, permitam-me que lhes proponha uma questão. Suponhamos que um pastor de almas, ou um comerciante, a quem se apresentasse a ocasião de possuir as boas coisas desta vida, mas que não pudesse alcançá-las de modo algum sem que fizesse, pelo menos na aparência, extraordinariamente zeloso em algum ponto da religião, com que até então se não houvesse importado muito; não lhe será permitido empregar os meios necessários para obter o seu fim, sem por isso deixar de ser homem honrado?

Amor-ao-Dinheiro – Vejo o fundo da vossa questão, e, com o amável consentimento destes cavalheiros, vou dar-vos uma resposta, que considerarei primeiro em relação ao pastor. Imaginemos um homem desta classe, um homem bom, que possui um benefício muito pequeno, e que, na expectativa de outro mais cômodo e mais rendoso, tem ensejo de obter, com a condição de ser mais estudioso, de pregar mais e com maior zelo; apesar das opiniões contrárias, eu não vejo razão alguma para que este homem não possa fazer isso e ainda muito mais, uma vez que tenha ocasião, e sem deixar de ser homem honrado. E por que?
1º) Desejar um benefício melhor é lícito, sem a menor contradição, posto que seja a Providência que o depara; e assim pode obtê-lo se isto está ao seu alcance e não se prende com questões de consciência.
2º) Além do que, o desejo desse benefício torna-o mais estudioso e mais zeloso pregador, obriga-o a cultivar mais o seu talento, tudo o que é, sem dúvida, muito em conformidade com a vontade de Deus.
3º) Quanto a acomodar-se ao caráter do seu povo, deponho em suas asas alguns dos seus princípios, isto supõe: a) que é dotado dum espírito cheio de abnegação; b) de proceder doce e atrativo; c) que é mais apto, portanto, para o ministério pastoral.
4º) Deduzo, pois, que um pastor, que troca um benefício pequeno por outro maior não deve ser alcunhado de avarento. Antes, pelo contrário, deve considerar-se que não faz senão seguir a sua vocação e aproveitar-se da oportunidade de fazer o bem que se lhe depara.
Quanto à segunda parte da questão, isto é, com referência ao negociante, suponhamos que o seu negócio é muito reduzido, mas que, tornando-se religioso, pode melhorar de sorte, encontrando talvez uma esposa rica, ou maior número de fregueses. Quanto a mim não vejo razão alguma para que isto não possa fazer-se com lisura; porque,
1º) tornar-se religioso é uma virtude, qualquer que seja o caminho que se siga para o realizar;
2º) também não é ilícito procurar uma esposa rica ou mais e melhores fregueses;
3º) além do que, o homem que alcança estas coisas fazendo-se religioso, obtém uma coisa boa de outras igualmente boas, e torna-se a si mesmo bom; consegue muitas coisas boas, boa esposa, bons fregueses, bons ganhos, e torna-se bom. Logo, fazer-se religioso para obter todas estas coisas é uma tentação boa e de proveito.

Estas palavras de Amor-ao-Dinheiro foram muito aplaudidas por todos, concluindo-se unanimemente que tal doutrina era sã e vantajosa.
E, como lhes parecia que não podia ser contestada, resolveram apressar o passo para proporem a questão a Cristão e Esperança, [...]
Cristão respondeu nestes termos:

Cristão - Não só eu, mas qualquer novato em religião poderia facilmente responder a mil perguntas como essa; se é ilícito seguir a Cristo por causa dos pães, como se vê em João 6:26, quanto mais abominável será servir-te de Cristo e da religião como meio para conseguir e gozar as coisas do mundo! Só os gentios, os hipócritas, os demônios e os feiticeiros poderão aceitar semelhante opinião.
1°) Os gentios: Quando Hamor e Siquém quiseram possuir as filhas e os gados de Jacó, e viram que não havia outro meio para conseguir senão deixarem-se circuncidar, disseram aos seus companheiros:”Se todos os nossos varões se circuncidarem, como eles fazem, todos os seus gados e toda a sua fazenda serão nossos”. (Leia-se toda a história em Gênesis 34:20-24) O que eles buscavam eram as filhas e os gados de Jacó. A religião era apenas o meio de obterem o seu fim.
2º) Os fariseus hipócritas também foram religiosos deste gosto. Grandes orações eram entre eles o pretexto para devorarem a casa das viúvas, e por isso o resultado foi maior condenação da parte de Deus (Lucas 20:46-47).
3º) Tal era também a religião de Judas. Este demônio era religioso pela bolsa e pelo que ela continha; mas perdeu-se e foi expulso como filho da perdição.
4°) Nesta religião estava também filiado Simão Mago, porque queria possuir o Espírito Santo para ganhar dinheiro; mas recebeu da boca de Pedro a merecida sentença (Atos 8:18-23).
5º) Também não posso deixar de dizer que todo aquele que toma a religião para possuir o mundo, a deixará, se necessário for, para não abandonar este; pois é tão certo que Judas se fez religioso por causa do mundo como é certo que pela mesma causa vendeu sua religião e o seu Senhor. Responder afirmativamente à questão que opusestes, como me parece que vós tendes respondido, e aceitar essa resposta como boa é ser pagão, hipócrita e filho da perdição, e assim a vossa recompensa será condigna com as vossas obras.
Ouvindo este discurso, ficaram os falsos peregrinos sem saber o que haviam de replicar. Então Cristão disse para o seu companheiro: Se estes homens não podem sustentar-se ante a sentença do homem, o que será quando se apresentarem no tribunal de Deus? Se os vasos de barro os fazem calar, o que será quando forem repreendidos pelas chamas dum fogo devorador?


Como disse Spurgeon de Bunyan:
“Fure-o em qualquer parte; e você verá que seu sangue é bíblico,
a própria essência da Bíblia flui dele.
Ele não consegue falar sem citar um texto,
pois sua alma está cheia da Palavra de Deus”

Se você nunca leu O Peregrino sugiro em negrito que leia. Você pode comprar com um aqui com um super-desconto.
Paul Washer - O Julgamento de Deus e o Trono Branco [prévia]

Já não haverá mais tempo quando o juízo vier e,
quando não houver mais tempo,
qualquer modificação será impossível.
(C. H. Spurgeon)

Vi um grande trono branco e o que estava sentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e lugar nenhum foi achado para eles. Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; livros foram abertos, e foi aberto outro livro que é o da vida; e foram julgados os mortos pelas coisas que estavam escritas nestes livros segundo as suas obras. O mar entregou os mortos que nele havia; a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia; e cada um foi julgado segundo as suas obras. A morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. Se alguém não foi achado escrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo. (Apocalipse 20:11-15 – SBB)



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Em breve, pregação completa.

Vídeo por: Voltemos ao Evangelho

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